Musical Opinion, 9 de Março de 1917
«A actuação de Mlle. Suggia revelou toda a grandeza. Ela executou Saint-Saëns não da maneira Alemã mas sim da Francesa, mostrando todas as suas boas qualidades, toda a sua amabilidade, a sua cortesia, a sua agudeza de espírito, e o requinte de execução no qual estas graças vivem sem sobrecarregar a música, com sentimentos tensos. As Variações de Böllmann possuem mais exuberância de expressão e de estilo, e nestas Mlle. Suggia colocou em realce uma energia apropriada, dando mesmo o toque do estilo satânico ao qual conduz a originalidade da música. Esta música foi executada, pensamos, de um modo mais gracioso do que qualquer homem poderia alguma vez ter a esperança de conseguir».
The Daily Mail, Novembro de 1929
«A solista da tarde foi a admirável artista, Madame Guilhermina Suggia, cuja interpretação do Concerto em Lá menor para violoncelo e orquestra de Saint-Saëns foi caracterizada pela mais rara beleza de som, pela vivacidade da emoção e pela perfeição técnica que caracterizam tudo o que ela fez».
Daily Telegraph, 23 de Outubro de 1930
«Mme. Suggia executou a sua parte do concerto como se toda a literatura da. música do violoncelo nunca houvesse sustentado nada tão divino. Ela parecia, igualmente, inspirar a orquestra (Orquestra Sinfónica da BBC, dirigida por Sir Adrian Boult) com o mesmo sentimento.
Foi chamada ao palco variadíssimas vezes».
Musical Opinion, Março de 1936
«Não houve efeitos, nem distorções rítmicas, nem ênfases exageradas de qualquer espécie: houve uma absoluta precisão técnica, uma constante perfeição da entoação e toda a peça foi envolvida com luminosidade e frescura.»
do livro "GUILHERMINA SUGGIA- A Sonata de Sempre" de Fátima Pombo