Musical Standard, Fevereiro de 1928
«O mais marcante momento do programa foi a interpretação soberba de Madame Suggia do concerto em ré maior para violoncelo e orquestra de Haydn.
Não tinha ouvido tocar assim violoncelo desde que ouvi a última vez Casals; perfeição é a única palavra para isto. Dizer mais alguma coisa seria supérfluo.»
The Times, Janeiro de 1935
«O concerto em ré para violoncelo e orquestra de Haydn raramente soou tão belo como nesta ocasião, tocado como foi pelo magnífico virtuosismo e, ao mesmo tempo, pela mais íntima simbiose por Madame Suggia, a ligação entre solo e orquestra foi perfeita».
Do livro “GUILHERMINA SUGGIA- A Sonata de Sempre” de Fátima Pombo