Cá está ela toda: o nariz grego que não suportava "lunetas", o traje luxuoso com que tinha o cuidado de se apresentar, em concerto (e é tão desconfortável ver um músico exercer a sua nobre actividade sem trajar a rigor!) e, sobretudo, a expressão bem concentrada na arte, acima de toda a mesquinhez e do facciosismo deste mundo em que tinha de viver.
A propósito, acho que os "links" a adicionar aqui deveriam ser de propaganda apenas cultural; não de política partidária.
Guilhermina Suggia não gostaria de que o fossem!