
Também durante a guerra, na antiga feitoria inglesa do Porto, mulheres inglesas que habitam nesta cidade criaram um organismo para colaborar com a Cruz Vermelha.
Mulheres de bata branca fazem pensos e ligaduras e ajudam a socorrer soldados britânicos feridos na guerra. Miss Muriel Tait, amiga inglesa de Suggia, orienta esses grupos que deixam as suas casas na Foz, na Boavista, em Matosinhos, em Leça... para se dedicarem algumas horas por dia a este tipo de solidariedade.
Guilhermina Suggia participa, com dedicação, nessa tarefa humanitária.
Outras vezes, é solicitada para conselhos técnicos e musicais.
Suggia, generosamente, diz que sim.
Do livro “GUILHERMINA SUGGIA- A Sonata de Sempre” de Fátima Pombo
Publicado por vm em novembro 9, 2004 10:49 AMÉ interessante o contraste entre esta fotografia e a do artigo colocado por baixo deste. São as duas facetas de Guilhermina: numa, a posar, constrangida, com indumentária luxuosa, a sua máscara esconde qualquer alegria que possa estar a sentir; noutra, a trabalhar para o bem do próximo, feliz e descontraída, na sua alva bata, é a própria plenitude. Entregando-se, generosa, ao ideal de tornar o mundo mais belo, o seu rosto reflete apenas paz e beleza interior.
Afixado por: Ana Maria Costa em novembro 9, 2004 02:05 PMPedindo desculpa pelo facto de o que escrevo não ser um comentário relativo ao texto, permitam-me que aproveite para endereçar os mais mais sinceros parabéns pelo facto deste Blog, "GUILHERMINA SUGGIA" ter sido, mais do que justamente, eleito como o "Blog da Semana" pela equipa da Weblog.com.pt. conforme se pode comprovar no endereço que deixo:
http://weblog.com.pt/arq/_blogue_da_semana.php