Qualquer intenção de seguir Suggia pelas salas de concerto seria uma loucura.
Com tanto mundo fica-se despaísado. Ela própria estando em Dresden em Dezembro de 1905 escreve ao amigo, Guilherme de Faria, que «não é certo ir a Portugal. Talvez só no anno de 1907».
Do livro “GUILHERMINA SUGGIA- A Sonata de Sempre” de Fátima Pombo
Publicado por vm em abril 5, 2005 12:00 AM