reúnem-se sob a concha
de deus capazes dos sons
que sempre sonharam, os animais
e os músicos, bichos de voz
exótica enfim reencontrados.
aí os sabemos de patas e
mãos aquecidas por dentro, as
almas lúcidas de beleza, atentos
apenas à melodia que se eleva e
à voz torpe dos ouvintes.
os ouvintes como emanação dos '
sons, por dentro como almas
a crescer ou lugares onde
nunca acabam.
Poema inédito 2002 de valter hugo mãe • Poeta editor. Edições Quási
Parece-me que há aqui uns erros; é que valter hugo mãe não escreve maiúsculas, nem nos seus poemas, nem no seu nome. Sendo o poema inédito, não posso ir ver ao livro, mas tenho quase a certeza de que não pode ter maiúsculas, é sabido que o autor não as usa.
Afixado por: hmbhj em maio 22, 2005 09:54 PMNão duvido do que afirma. No entanto, o poema foi copiado exactamente como me foi dado. Amanhã irei estar, penso, com o prof A Cunha e Silva e falarei com ele sobre isso.
De qualquer modo, agradeço e logo que tenha informações da fonte, corrigirei os erros, se for o caso.
Só hoje foi possível a confirmação de Valter Hugo Mãe de que escreve sempre com minúsculas.
Gostaríamos de ter sido mais breves. As nossas desculpas