
Esta é uma fotografia tirada da HISTÓRIA DA MÚSICA PORTUGUESA de JOÃO DE FREITAS BRANCO -4ª edição Actualizada, preparada por João Maria de Freitas Branco com um NOVO ANEXO SOBRE A CRIAÇÃO MUSICAL EM PORTUGAL 1960-2004 por José Eduardo Rocha
Note-se que nesta fotografia o espigão do violoncelo não parece tão comprido como o do quadro de Augustus John, motivo do comentário de Eric (Bois D'Harmonie)
![QUINTA_DOS_GIRASSOIS_3[1].jpg](http://suggia.weblog.com.pt/arquivo/QUINTA_DOS_GIRASSOIS_3[1].jpg)
ESta é uma fotografia muito recente da Quinta dos Girassóis em Barreiros da Maia, onde Guilhermina Suggia se refugiava tantas vezes para estudo, ou descanso apenas, com alunos e amigos. Onde estava em contacto com a narureza. Há referências escritas por Suggia ao seu apego às sua plantas: flores, pinheiros, vinha, milho.
A Quinta está num estado grande de degradação. Segundo informações que me foram dadas é propriedade da autarquia da Maia.
(Foto cedida por Isabel Millet)

Scheveningen, 29 Jun 1910
Merci cher ami, pour vos felicitations et pour votre bonne amitié - nous sommes en Hollande depuis deux jours.
Ce soir nous jouons le double concert de Moór.
Mon mari et moi nous vous envoyons nos meilleurs souvenirs.
Guilhermina Casals
(Cedido por Prof Elisa Lamas)
Missa Brevis em Memória de Aristides de Sousa Mendes
(estreia absoluta)
de Sérgio Azevedo
Coro de Câmara da Universidade de Lisboa
Maestro José Robert
Participação do Coro da Universidade de Lisboa
Comunicações do Doutor António Vasconcelos Tavares, Pró-Reitor da UL e de Sérgio Azevedo
ENTRADA LIVRE : 2 de Outubro, 18 horas
Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa

Tarragona, ?-10-1909
Cher ami,
Nous venons de passer un été magnifique au bord de la mer; j'espere que vous tous avez eu de bonnes vaccances.
Demain nous partons pour Paris ou nous recommençons notre vie mouvementée de voyages et concerts.
Mon mari et moi vous envoyons meilleur souvenir.
Guilhermina Casals
(Cedido por Prof Elisa Lamas)
Agradecemos a divulgação
Pel’Faces de Eva
Pós-Graduação em Estudos Sobre a Mulher
As Mulheres na Sociedade e na Cultura
2005/2006
(Curso creditado: 2,9 créditos)
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Nova de Lisboa
Professora Coordenadora: Prof.ª Doutora Teresa Almeida
Email: teresa.almeida@fcsh.unl.pt
Site: http://www.fcsh.unl.pt/cpg/pg_em.asp
(Novo período de candidatura: de 12 a 30 de Setembro de 2005)
Informações: Gabinete de Pós-Graduações, Av. De Berna, 26-C, Torre Grande, 1º andar (das 10h às 16h).
Ficha de candidatura e documentação necessária: www.fcsh.unl.pt/cpg/candmes.doc
Propina: 500 Euros.
Telef: 217933619
Email: ate@fcsh.unl.pt
NB- ESTA DIVULGAÇÂO É FEITA COM TODO O GOSTO, MUITO EMBORA - E TEMOS QUE O DIZER - TENHAMOS ENVIADO AQUANDO DA EDIÇÃO DO DICIONÁRIO NO FEMININO UM EMAIL À SRA.PROF ZÍLIA OSÓRIO DE CASTRO ( coordenadora do dicionário ), através do email da revista FACES DE EVA, lamentando a falta, entre muitas outras, de GUILHERMINA SUGGIA, SEM QUE TENHA HAVIDO QUALQUER RESPOSTA.
QUE AO MENOS, EM FUTURAS EDIÇÕES, ESSAS FALTAS SEJAM COLMATADAS
![CASA_DE_LE_A_2[1].jpg](http://suggia.weblog.com.pt/arquivo/CASA_DE_LE_A_2[1].jpg)
Já aqui havíamos posto uma pintura de António Mendes da casa de Leça que Guilhermina Suggia manteve arrendada para estar perto do mar, poder nadar, remar, pescar.
Aqui a temos numa fotografia tirada há dias por Isabel Millet. Está situada na Rua Nogueira Pinto, em Leça da Palmeira. Parece estar habitada. Felizmente não está em ruínas.
Numa altura em que se comemora o aniversário do nascimento de Guilhermina Suggia, a Autarquia de Matosinhos descerrou um busto em bronze e promoveu um concerto com o famoso «Montagana», um dos violoncelos que pertenceu à violoncelista.
Guilhermina Suggia viveu a sua infância e juventude em Matosinhos, onde seu pai era docente de música nas escolas da Santa Casa da Misericórdia. A família Suggia habitou muitos anos a cidade, em particular a Casa de Manhufe.
Com base nesta longa relação, a Associação dos Antigos Alunos das Escolas da Confraria do Bom Jesus de Matosinhos promoveu, em parceria com a autarquia, uma homenagem à célebre violoncelista, que em 1892 realizou naquela cidade a sua primeira apresentação pública.
Inserido nas comemorações dos 120 anos do seu nascimento, foi inaugurado um busto que se situa na Praça Guilhermina Suggia, local simbólico que representa o epicentro dos locais onde habitou a família Suggia. O busto em bronze – doado por Miguel Ferreira – tem como pedestal uma escultura em granito que se assemelha a um violoncelo, oferecido pela Câmara Municipal de Matosinhos. As obras foram elaboradas pelo escultor Helder Carvalho.
Américo Freitas, presidente da direcção da Associação dos Antigos Alunos, considera esta homenagem “um contributo para que fosse possível perpetuar em bronze a maior violoncelista que nasceu em Portugal”.
Já Helena Sá e Costa, ex-aluna da violoncelista e a quem coube descerrar o busto, revelou que foi um prazer muito grande ver a sua ex-professora assim homenageada, “sinto esse dever de falar acerca da forma extraordinária como tocava e como ensinava”.
Depois da homenagem, os matosinhenses puderam assistir a um concerto, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde José Augusto Pereira de Sousa (último aluno a receber, em 1986, o prémio «Guilhermina Suggia» atribuído pelo Conservatório de Música do Porto), interpretou três peças no «Montagnana», violoncelo que acompanhou Suggia em inúmeros concertos, e que segundo o discurso proferido, pelo vereador da Cultura, Fernando Rocha, é um instrumento ao qual a violoncelista dedicava particular afecto, “considerando-o uma peça insubstituível e um complemento natural de si própria”.
Sandra Fernandes
![D[1].jpg](http://suggia.weblog.com.pt/arquivo/D[1].jpg)
Elisa Suggia com a cadela Sandy no Jardim da casa de Guilhermina Suggia, na Rua da Alegria, 665. Hoje este jardim não existe, o chão está coberto de cimento e da rua não se espreita para dentro. Em vez do portão arte nova lindíssimo foi posto um portão de chapa que esconde o mistério da casa verde, hoje cor de rosa.

ESta é uma uma fotografia da rua Guilhermina Suggia, em Ermesinde, que nos foi enviada pelo sr Álvaro Mendonça

Fotografia do recital dado no passado dia 10, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Matosinhos, com o violoncelo Montagnana de Guilhermina Suggia, aqui tocado por José Augusto Pereira de Sousa, acompanhado ao piano por Emídio Teixeira
Em Portugal, paradoxalmente, ou talvez não, a primeira reacção ao êxito singular de Guilhermina é de uma hipocrisia que não engana ninguém.
“Matosinhos, 17 de Abril de 1903
à sua pergunta a respeito de dar aqui um concerto tinha imenso que lhe dizer, mas só à vista. Dizem que a Guilhermina é de cá e não nos faltará ocasião de a podermos apreciar.
Augusto Suggia”

Este é o busto de Guilhermina Suggia, da autoria do escultor Helder Carvalho, oferecido pela Associação dos Antigos Alunos das Escolas da Confraria do Bom Jesus de Matosinhos, inaugurado ontem na Praceta com o nome da grande violoncelista, em Matosinhos.

Esta Fotografia foi tirada hoje de manhã, dia 11 de Setembro. Na casa funciona uma agência de modelos, de há uns meses para cá. Os vidros transparentes foram mudados para vidros opacos. O portão arte nova em ferro, lindíssimo, de onde se avistava o que antes tinha sido um jardim, foi mudado para este portão fechado. Será que se pretende esconder alguma coisa?! Permita-me senhor Álvaro Mendonça, discordar, mas não me parece que estas transformações viessem beneficiar a casa. É pena.
A falta de uma placa que assinale que nela viveu e morreu Guilhermina Suggia é sentida por nós. Queremos reparar essa falta. Já contactámos o senhorio que, telefónicamente, diz que autoriza que a placa seja colocada na casa. Mas queremos que tudo seja transparente.
Quanto à casa que existe abandonada na mesma Rua da Alegria, nº 894, foi uma casa que Guilhermina Suggia comprou para os pais e onde nunca habitou. Foi comprada em 1924. Os pais morreram em 1932 e, ao que consta, foi vendida ainda em vida de Guilhermina Suggia.
De qualquer modo temos pena que as sucessivas vereações da Câmara Municipal do Porto não tenham vindo a preservar melhor ó que foi um verdadeiro património histórico e cultural - e deve continuar a sê-lo. É urgente salvar a Casa de Guilhermina Suggia e fazer com que continue, tal como na sua vida, a ser um verdadeiro centro de encontro de músicos e melómanos.
GUILHERMINA SUGGIA merece ser mais respeitada, mais honrada pela terra onde nasceu e que tanto honrou e respeitou.
Sê-lo-ia, com certeza, em qualquer outro país que tivesse mais orgulho nos seus valores. E SUGGIA foi muito grande. Só a ignorância de quanto ela foi enorme pode levar a que não seja devidamente respeitada.
Recebemos informação da Câmara Municipal de Matosinhos da seguinte alteração à homenagem a GUILHERMINA SUGGIA:
por motivos de força maior, houve uma alteração ao horário da homenagem. Assim o programa será:
17h00: Inauguração do busto de Guilhermina Suggia
18h00: Concerto com o violoncelo "Montagnana" tocado por José Augusto Pereira de Sousa, acompanhado ao piano por Emídio Teixeira.
O concerto terá o seguinte programa:
Música em Matosinhos
Homenagem a Guilhermina Suggia
Bach, Beethoven, Brahms
Emídio Teixeira, piano
José Augusto Pereira de Sousa, violoncelo
Programa
I
Joahann Sebastian Bach (1685 – 1750)
Suite nº 1 em sol maior, BWV 1007, para violoncelo solo
Prélude
Allemande
Courante
Sarabande
Menuet I
Menuet II
Gigue
Ludwig Van Beethoven
Sonata para violoncelo e piano, em fá maior, po. 5 nº 1 (1796)
Adagio Sostenuto – Allegro
Allegro – Vivace
II
Joahnnes Brahms (1833 – 1897)
Sonata nº1, em mi menor para violoncelo e piano, op. 38 (1862 – 1865)
Allegro non troppo
Allegretto quasi minuetto
Allegro
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GUILHERMINA SUGGIA numa das suas viagens de barco com um grupo, talvez, de admiradores.
(Foto cedida por Isabel Millet)