
Guilhermina Suggia viveu para a Arte, e, servindo-a com fervor e perfeita dignidade, cobriu de glória a sua e nossa Pátria.
Um dia, o Senhor, querendo experimentá-la, deu-lhe uma grave e dolorosa doença. E ela, certa de que morria, entregou-se voluntária e serenamente nas mãos de Deus, confiando na Sua Justiça e Infinita Misericórdia.
A sua vida foi um Sonho de Beleza. A sua morte um alto exemplo de resignação cristã.
Rezemos uma oração pelo eterno descanso da sua alma de grande Artista.
(Cedido por Isabel Millet)
Nota de VM: Não posso deixar de fazer um reparo porque me dói muito. Não posso pensar que qualquer religião aceite que o "Senhor" o "Deus" experimente quem quer que seja com doenças graves e dolorosas. Creio que hoje estas ideias mudam. Felizmente. A dor nunca dignifica. Nem a doença. Que me desculpem eu fazer este reparo mas não consegui passar sem o fazer.
Publicado por vm em abril 9, 2006 04:14 PMEstas palavras a mim tocam-me, porque é verdade que a Guilhermina Suggia aceitou a doença e o sofrimento com uma coragem e uma serenidade invulgares. E acredito (isto é uma opinião pessoal) que nada do que nos acontece é por acaso. E que em cada dificuldade que nos aparece, há uma oportunidade de evolução espiritual. Penso que ela o soube reconhecer e encarou a morte de frente, de uma maneira magnífica.
Afixado por: isabel millet em abril 10, 2006 04:21 AMe pensa muito bem.
Afixado por: candida em maio 4, 2006 11:24 PMtudo é por acaso isabel.
Afixado por: candida em maio 4, 2006 11:25 PM