
Vemo-la aqui ao lado de seu pai, AUGUSTO SUGGIA. Morreu na sua casa da Rua da Alegria, 665 - a mesma casa que, entre outras coisas, foi escritório, oficina de motas, cemitério de automóveis, sindicato, cabeleireiro, bordel, etc. -e que esperamos haja o bom senso de a transformar numa casa-Museu. Que se honre a memória de uma das maiores filhas que o Porto (e Portugal) teve.
Com a ajuda do actual inquilino da Câmara do Porto, não contem. Esse, quando ouve falar em cultura, puxa logo da máquina de calcular e manda privatizar.
Afixado por: Carlos Coutinho em julho 30, 2006 10:34 PMÀ partida não fazemos exclusões. Não me parece que, para o dr Rui Rio, a casa onde viveu 23 anos uma das mais importantes pessoas nascidas na "sua" cidade seja a mesma coisa se for Casa-Museu ou um bordel como já foi, ou uma loja de chineses como pode vir a ser. Não façamos juízos tão severos das pessoas.
Afixado por: vm em julho 30, 2006 11:44 PMBons ouvidos o ouçam, Sr. Virgílio Marques! Mas o Sr. Carlos Coutinho, infelismente, está bem mais perto da realidade. Já se viram outros horrores piores, em relação ao património e ao respeito (diria antes desrespeito) demonstrados por grandes obras e grandes Homens e Mulheres desta nossa terra: loja de chineses, ou covil de seitas. O Sr. Carlos Coutinho sabe bem do que fala! Mudam-se os tempos, mas não se mudam as vontades; e quando se mudam, muitas vezes é para pior. É só uma opinião, nada mais :-). E a Fundação Gulbenkian? Já devem ter pensado nela, ou será uma pergunta idiota a minha?
M.R.L.