
Violoncelista sem paralelo no seu tempo, tocou por toda a Europa. Fez da Inglaterra a sua segunda pátria, mas morreu em Portugal. Foi agraciada com a insígnia de comendador da Ordem de Sant’Iago da Espada e deixou um legado valioso, hoje quase esquecido. O romance com Pablo Casals, músico famoso, encheu as páginas dos jornais. O compositor húngaro Emanuel Móor dedicou-lhes o “Concerto para dois violoncelos”. O quadro do pintor inglês August John, na Tate Gallery, em Londres, captou o estilo de Guilhermina Suggia. Mas não a alma. Dizem que transformou o violoncelo, instrumento musical masculino, numa arma de sedução feminina.
(http://grandesportugueses.rtp.pt)
Publicado por vm em outubro 13, 2006 12:00 AMÚnica!!! Incontestavelmente!
Afixado por: bandida em outubro 18, 2006 05:16 PM