
I — Sim; somente que essa crise não resulta duma carência de valores, mas sim num conjunto de tentativas de renovação ou de criação de certa linguagem musical e de uma técnica de composição adequada.
II — Sem dúvida, se considerarmos tradição um jacto como, por exemplo, o de a música portuguesa estar bastante apegada à tonalidade. Neste caso, não se põe o problema de um compositor se «poder» integrar nela; sempre o pode. Se o deve? Parece-me que será melhor deixá-lo ao critério de cada qual.
III — Exactamente aquelas que abriram e ainda poderão abrir à música francesa, italiana ou alemã.
de "GAZETA MUSICAL e De Todas as Artes" ANO X, 2ª Série - Nº 126/127 de Setembro/Outubro